Sempre que vejo uma anteninha Wi-Fi me lembro de uma assustadora teoria defendida pelo amigo André Santoro, hoje radicado em São Paulo, terra da primeira torre de transmissão de TV Digital do Brasil. Ele, desde o fim da década de 90, pelo menos, carrega uma grande preocupação: será possível que todas essas ondas eletromagnéticas que percorrem nossos corpos dia e noite não façam mal algum?
A discussão é antiga, mas a coisa realmente fica estranha quando a gente pára e faz as contas. Se você, radiológico leitor, vive em algum centro urbano, muito provavelmente seu corpo está sendo atravessado neste exato momento por:
- Emissoras de rádio AM
- Emissoras de rádio FM
- Ondas curtas e médias (incluindo walkie talkies)
- TV VHS
- TV UHF
- TV Digital (em SP, numa modulação chamada Muliplexação por Divisão de Freqüência Ortogonal)
- Sinal de celular da Claro, TIM, Vivo e Oi (no Rio)
- Sinal de rádio/celular da Nextel
- Sinal da TVA
- Sinal da Sky
- Internet por rádio
- Sinal de GPS
- Interferências eletromagnéticas provocadas por eletrodomésticos
- Bluetooth
- Wi-Fi (de tantas redes quando houver onde você está)
- Radiação solar e outras naturais.
É muita onda... será mesmo que “não há evidências conclusivas que associem essa tralha toda a problemas em humanos”, como diria Nick Naylor?Marcadores: cotidiano, internet